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Prepare seu condicionamento físico, e defina qual será seu esquema tático para o futsal de quinta-feira dia 28 de fevereiro na quadra do sports2000, às 18:30h.
Táticas de futsal
Com a formação da equipe, seus aspectos iniciais, competirá ao técnico e/ou treinador, idealizador de acordo com o material humano de que dispõe, a forma tática no futsal que irá atuar em suas partidas, inclusive contando com todas as alterações que poderão ocorrer mesmo durante o transcorrer desta. A esquematização de jogo é fator preponderante em uma equipe, pois sem esta atividade, não se terá uma equipe e sim um grupo de elementos que estarão praticando um esporte sem um objetivo específico.
Como já foi observado, a tática de futsal pode e deve variar, normalmente durante o transcorrer da partida, competindo ao profissional responsável as devidas orientações neste sentido, no intuito de não fracassar em seu trabalho, mas, sempre tendo em mente que uma derrota deve ser assimilada pelo grupo como um resultado previsto dentro de uma competição, tendo sempre em mente que o importante será anotar e observar as falhas para que, assim que corrigidas, venham a surtir o efeito desejado em um próximo confronto. Tática de futsal nada mais é do que a teoria (técnica) colocada em prática na quadra de jogo, com todas as suas variações que poderão acontecer conforme o desenvolvido pelo adversário.
Esquema de Jogo – Táticas de futsal
Os esquemas de jogo mais adotado pelas equipes são: 2-2, 1-3, 3-1, 1-2-1. Estes esquemas são os comumente praticados durante o desenvolver de uma partida, sendo que uma equipe varia constantemente tais esquemas, de acordo com as necessidades e principalmente de acordo com o adversário.
Esquema 2-2: é um esquema defensivo, geralmente empregado por equipes iniciantes ou de categorias menores, tendo como principal característica dificultar a dilatação do placar no caso de inferioridade em relação ao adversário.
Ofensivamente apresenta pouca objetividade, pois sua movimentação é restrita.
Em relação ao grupo de atletas, restringe as habilidades, pelo fato de não oferecer uma mobilidade durante o desenvolver da partida, dificultando trabalho com bola, lançamentos. Deve-se ter em mente que em determinados momentos, um esquema como este, o determinado “caixote”, quando bem aplicado, e muito bem treinado, realmente dificulta o adversário a penetração no campo de ação da equipe, restando normalmente a esta, os chutes de média e longa distância, que poderão resultar em algo, de acordo com o tamanho da quadra de jogo.
Esquema tático no futsal 3-1, 1-3, 1-2-1: Estes esquemas são os mais empregados pelas equipes, pois apresentam dupla objetividade: OFENSIVA E DEFENSIVA.
Favorece aos atletas uma maior mobilidade, criatividade e desenvolvimento de suas características técnicas, dando uma movimentação maior no desenrolar da partida. As posições de cada atleta são pré-determinadas durante os treinamentos, onde cada qual, dentro de suas características, desenvolverá o seu trabalho, mas nunca ficando restrito a um posicionamento fixo, cada esquema destes, será aplicado conforme orientação do profissional responsável pela equipe e principalmente de acordo com as características do adversário.
Esquema tático no futsal 3-1: é um esquema mais defensivo, onde a equipe em determinados momentos da partida, utilizará para evitar o crescimento do adversário e consequentemente à marcação de gols por parte destes.Oferece, no entanto a possibilidade de um contra ataque, valendo – se de um pivô habilidoso para surpreender o adversário;
Esquema tático no futsal 1-3: é o esquema utilizado com o objetivo de mudar o resultado de uma partida, onde somente a vitória interessa, e neste caso, a equipe valendo-se de um bom fixo, libera os demais, alas e pivô, para sob pressão objetivar a mudança de resultado de acordo com o que importa para a equipe;
Esquema tático de futsal 1-2-1: é o esquema utilizado em uma partida tranqüila, com o desenvolvimento normal das jogadas, que propiciam o desenvolvimento do jogo e principalmente a movimentação dos atletas, variando as jogadas e alternando-se nos posicionamentos com o intuito de envolver o adversário.
Sistema de Marcação no futsal Por Homem a Homem – Tática de futsal
Na marcação homem a homem ou individual, o defensor marca individualmente o jogador que lhe indicado acompanhando-o por toda a quadra.
Esse sistema pode ser dividido em marcação sob pressão e meia pressão. Neste sistema marca-se o jogador, não a bola. A marcação sob pressão exige que o marcador exerça o combate direto ao oponente em qualquer setor da quadra, procurando evitar que o oponente receba a bola. E entende-se por meia pressão o combate no setor de ataque somente sobre o oponente que recebe ou que está de posse da bola, não sendo necessário o combate sobre o jogador que está sem bola, ficando o responsável por este jogador adversário mais retraído a fim de dar cobertura ao companheiro que efetua o combate direto sobre aquele que está com a bola, além de guarnecer o setor central da quadra. No setor defensivo a marcação é efetuada sob pressão.
Por Zona – Táticas de Futsal
O sistema de marcação por zona consiste em atribuir a cada jogador da equipe uma zona definida de defesa com a incumbência de ocupá-la e defendê-la integralmente. Neste sistema marca-se a bola, não o jogador. Na marcação por zona o combate é exercido sobre o jogador contrário mais diretamente quando ele penetra na zona confiada ao defensor, sem que, no entanto, este seja obrigado a acompanhá-lo fora dela. O sistema de marcação por zona é muito vantajoso, pois favorece a cobertura de defesa, tornando a marcação altamente eficaz, além de ser muito propício aos contra-ataques toda vez que a bola é tomada do adversário.
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PREPARAÇÃO FÍSICA: AQUECIMENTO |
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Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal. O aquecimento em qualquer esporte tem muito mais importância do que possamos imaginar. Às vezes nos deparamos com dias quentes onde devemos controlar o volume de aquecimento a ser realizado, mas isto não credencia a não realização do mesmo e sim uma adaptação climática. O objetivo deste artigo é de forma clara e direta mostrar as possibilidades e modalidades de aquecimento e não normatizar o mesmo, já que cada profissional tem seu próprio método e forma de aquecer suas equipes.
INTRODUÇÃO
O aquecimento é utilizado de forma a preparar o organismo do atleta, muscular e organicamente para a prática do esporte ou para realização de treinamentos. Cada esporte tem sua característica quanto à parte especifica e geral do aquecimento, na seqüência descreveremos mais sobre as mesmas. Existem linhas de pesquisa que mostraram grandes feitos esportivos mesmo com a ausência de aquecimento. Já em outras linhas de estudo mostraram efeitos positivos da realização de aquecimento antes de exercícios exaustivos ou desempenho competitivo.
No futsal, o aquecimento faz parte da rotina do desporto, sendo realizado em treinamentos diários ou em competições. Durante a historia do futsal, como em qualquer outro esporte, o aquecimento sofreu mudanças, adaptações e adequações, sejam elas ao tipo de clima, as temperaturas, ao regime de treinamentos da equipe, e principalmente a faixa etária. A seguir descreveremos alguns conceitos importantes e as formas de desenvolver o aquecimento de maneira eficiente e embasada em nossas equipes de Futsal. CONCEITOS A seguir citaremos alguns aspectos e seus respectivos conceitos para um melhor entendimento do presente artigo: Aquecimento – Weineck, 1999 – pode-se entender como sendo todas as medidas que servem para a preparação do esporte (seja para o treinamento ou para competição). O aquecimento visa a obtenção do estado ideal psíquico e físico, a preparação cinética e coordenativa e a prevenção de lesões. Israel, 1977 – é a parte integrante de um treinamento de alto desempenho e que contribui para a otimização das funções fisiológicas durante as atividades desportivas. Alongamento - Solveborn, 1988 – nome dado a um método cientifico para exercitar a flexibilidade de forma simples. Flexibilidade – Weineck, 1999 – é a capacidade e a característica de um atleta em executar movimentos de grande amplitude, ou sob forças externas, ou ainda que requeiram a movimentação de muitas articulações. FATORES FISIOLÓGICOS DECORRENTES DA REALIZAÇÃO DO AQUECIMENTO As alterações fisiológicas que o aquecimento provoca no organismo dos atletas são a principais razões que nos levam a utilizar-se dos exercícios e atividades que permitam o aquecimento, que são elas, a saber: elevação na temperatura corporal e muscular, com conseqüente aumento da atividade enzimática; Ainda levando-se em conta os aspectos intervenientes no aquecimento, podemos citar alguns fatores que produzem mudanças fisiológicas nos atletas. São eles os fatores endógenos e os exógenos: Fatores Endógenos (capacidades inatas) Weineck, 1991 Idade - o tempo de aquecimento, bem como a intensidade do mesmo varia conforme a idade, quanto mais velho o atleta, tanto mais cuidadoso e gradual e mais longo deve ser o aquecimento. Subtende-se, que a musculatura de atletas de idades mais avançadas são mais suscetíveis a lesões.(diminuição da elasticidade muscular com o decorrer dos anos). Nível de Treinamento - o estado atual que se encontra o atleta também deve ser levado em conta no planejamento do aquecimento, pois os atletas pouco treinados correm maior risco de lesões por fadiga muscular. Quando possível devemos respeitar a individualidade biológica do atleta, realizando tipos de aquecimento compatíveis com as características individuais. Nível Psicológico - o estado motivacional de cada atleta interfere diretamente na eficácia do aquecimento, pois pouca motivação pode dificultar que atinjamos os objetivos planejados. Portanto o estado psicológico pode ser determinante na realização de um aquecimento satisfatório e conseqüentemente na performance do atleta quando dos treinamentos e ou competições. Fatores Exógenos (condições ambientais) Weineck, 1991 Período do Dia - pesquisas mostraram que a capacidade física aumenta durante o dia. Portanto quando realizado pela manhã o aquecimento deve ser lento e gradual, pois o pico de temperatura da media dos dias esta situada em torno de 15h00, o que nos leva a concluir que ao passar das horas do dia o tempo de nosso aquecimento deve ser diminuído (com o aumento da temperatura ambiente). Temperatura do Ambiente - devemos estar atentos as temperaturas dos locais onde realizaremos nossos trabalhos. O volume e a intensidade do aquecimento devem ser inversamente proporcionais a temperatura local. Como citado anteriormente no decorrer do dia, no período de pico de temperatura, o aquecimento deve ter seu tempo reduzido. “Temperatura elevada é um sinal de diminuição do tempo de aquecimento e não de cancelamento do mesmo” Especificidade - o aquecimento deve ser realizado de acordo com a dinâmica e os requisitos neuromusculares exigidos pelo futsal, para um melhor aquecimento de todos os segmentos utilizados. Deve haver a predominância anaeróbia nos exercícios escolhidos para o aquecimento. TIPOS DE AQUECIMENTO O Aquecimento do ponto de vista de sua aplicação pode ser ou deve ter duas partes distintas: a parte geral, com exercícios que mobilizem grandes grupos musculares e ativem o sistema cardiorrespiratório e a parte específica com exercícios específicos da modalidade futsal. O aquecimento geral deve sempre anteceder o aquecimento específico. Aquecimento Geral Composto por exercícios com ênfase a preparação do sistema cardiorrespiratório, onde o principal objetivo é a elevação da freqüência cardíaca, preparando o organismo para um período mais intenso, o específico.Normalmente composto de exercícios sem a utilização de bola. Aquecimento Específico Parte específica do aquecimento do futsal, os exercícios visam dar suporte ao organismo para realização do esforço objetivo, seja um treinamento ou um jogo.Por ser o futsal um esporte com predominância anaeróbia, com sua dinâmica composta de mudança de direção constante e utilização de potência muscular, o rol de exercícios do período deve ser composto de movimentações de alta intensidade. Período no qual os exercícios, na sua maioria, são executados com a presença da bola. FORMAS DE AQUECIMENTO Pensando nisso devemos colocar em prática a experiência como profissionais da Educação Física e possibilitar através da criatividade uma variação na forma e no modelo de cada um dos aquecimentos, respeitando sempre os princípios citados anteriormente. “Realizar 50 aquecimentos no mês, com mesmo modelo e dinâmica, provavelmente a irritação não tardará a fazer parte do cotidiano de sua equipe” Aquecimento de Jogo Ao passar dos meses e das temporadas, adaptações são feitas no sentido de dinamizar o aquecimento e atender possíveis necessidades imediatas da equipe. A seguir citarei a forma na qual aplico meu aquecimento antes dos jogos e alguns parâmetros que procuro seguir: Normalmente os atletas entram em quadra (local onde os aquecimentos são realizados, salvo competições ou eventos em locais que não possibilitem a realização do mesmo dentro da quadra de jogo) 40 minutos antes do início da partida; 1. Inicial - Duração – 5 -7 minutos 2. Geral – Duração – 7 -8 minutos 3. Específica – Duração – 10-12 minutos Aquecimento em Treinamentos com Bola
O aquecimento em treinamentos com bola sejam eles técnicos, físico-técnicos, táticos e outros realizados com bola, possuem uma diferença em relação aqueles realizados nos jogos. O aquecimento realizado em jogos normalmente difere pouco de um jogo para outro, havendo uma espécie de padronização para cada profissional da preparação física, cada um deles tendo seu próprio rol de exercícios. Já o aquecimento em treinos, seguindo aquele princípio de não cair na mesmice, devemos varia-los a cada treino ou ao passar das sessões para que haja motivação psicológica e prepare os atletas adequadamente para a realização das atividades propostas com eficiência.As fases do aquecimento para treinos com bola são semelhantes as realizada nos jogos, havendo é claro variações nas formas que são executadas. Aquecimento em Treinamentos Físicos O aquecimento realizado em treino físico possui a mesma estrutura, e pouco difere de uma atividade para outra. O tempo é inferior aos realizados em treinamentos com bola, não há necessidade de exercícios com bola e possuem as mesmas 3 fases, a saber: 1. Inicial – Duração – 5 -7 minutos 2. Geral – Duração – 8 -10 minutos 3. Específica – Duração – 3-5 minutos Aquecimento Recreativo Existem vários pequenos jogos, como competições em colunas, tipo estafeta, pequenos jogos de basquete, pequenos jogos de voleibol e tantos outros, muito observados nas aulas de Educação Física. O mais utilizado é o chamado “rachão”, onde com uma bola de voleibol duas equipes sem enfrentam na própria quadra de futsal, praticamente sem regras. Não existe lateral, escanteio e os gols só valem quando executados de cabeça, dentro da área do goleiro. É possível também realizar alterações nos moldes do “rachão” visando sempre atender seus objetivos atuais. Aquecimento Alternativo CONCLUSÃO O artigo não teve como objetivo criar padrões de aquecimento para o futsal, mas sim despertar nos profissionais, principalmente aqueles que estão iniciando a carreira, o planejamento de suas atividades pré-treino e pré-jogo. Muitas vezes um aquecimento executado de forma incorreta ou insuficiente poderá comprometer uma temporada, seja pelas lesões que pode ocasionar ou mesmo pelo rendimento insatisfatório em treinamentos e competições. Bibliografia: |
